segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Luta Contra SIDA


1 de Dezembro

Dia mundial da luta contra SIDA

 

O dia 1 de Dezembro foi a data escolhida pela OMS como dia de combate ao vírus do VIH em 1987.

O Dia Mundial da Luta Contra a SIDA é uma oportunidade para chamar atenção à doença e mostrar solidariedade internacional face a esta epidemia.

É uma ocasião para parceiros envolvidos na luta de revisar a situação, as realizações e os desafios para ainda continuar o progresso até conseguimos o lema do Dia: Zero Novas Infecções, Zero Discriminação e Zero Mortes em face do HIV e SIDA.

Esta data que é simbolicamente representada por um laço vermelho.

Foi o pontapé de saída para se passar a utilizar laços de outras cores para outras campanhas.

Hoje em dia, o espírito da solidariedade está-se a propagar e vem criando mais significados para o uso do laço.

O laço rosa tornou-se símbolo da luta contra o câncer de mama. O amarelo é usado na conscientização dos direitos humanos dos refugiados de guerra e nos movimentos de igualdade. O verde é utilizado por activistas do meio ambiente preocupado com o emprego da madeira tropical para a construção de sets na indústria cinematográfica. O lilás significa a luta contra as vítimas da violência urbana. O azul promove a conscientização dos direitos das vítimas de crimes e, mais recentemente, o azul vem sendo adoptado também pela campanha da luta contra o cancro da próstata. O laço branco representa a campanha internacional “Homens pelo fim da violência contra a mulher”, lançada no Canadá há vários anos.

Além da versão oficial, existem quatro versões sobre a sua origem. Uma delas diz que os activistas americanos passaram a usar o laço com o “V” de Vitória invertido, na esperança de que um dia, com o surgimento da cura, ele poderia voltar para a posição correta.

A verdade é uma, depois tantos anos após ser descoberto e identificado, este vírus ainda não tem cura nem vacina e já matou aproximadamente 28 milhões de pessoas em todo o mundo. A prevenção ainda é o único meio defesa, embora os coquetéis com novas gerações de remédios vêm aumentando sistematicamente a expectativa de vida das pessoas contaminadas. O VIH não é mais uma sentença de morte, mas nem por isso a prevenção deve ser descurada.

Esta prevenção pode ser efectivada pelo uso do preservativo (sexo seguro),uso do seu próprio material injectável ou uso de material injectável novo (consumo seguro), uso de luvas descartáveis sempre que houver risco de contacto directo com sangue, e abstinência sexual.

Neste dia mundial da luta contra a SIDA que hoje se assinala, peço em respeito a todas as vítimas que este flagelo já assolou, que continuemos a ter fé e orar, para que se descubra de uma vez por todas a cura para esta doença, que destrói tantas vidas, tantas famílias e sonhos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Marylin Monroe


Bom dia caros leitores!

Quero primeiro desculpar a minha ausência aqui no blog, mas estou de volta e desta vez com um assunto que desperta e sempre despertou bastante curiosidade e interesse em mim.

Hoje vou falar de Marylin Monroe.

53 anos depois da morte dessa “diva”,estrela de cinema, ainda existem muitas dúvidas, teorias e contrariedades sobre o mistério que ronda a sua morte.

Monroe começou a sua carreira de modelo e o seu primeiro trabalho teve a remuneração de apenas cinco dólares.

Como Marilyn não era o seu nome real e por não ter muita habilidade com a escrita no início da carreira, nas primeiras vezes que deu autógrafos, a musa chegou a perguntar como se soletrava o primeiro nome, por não saber onde ficava o “i” do nome. Marylin legalizou o nome artístico apenas dez anos depois de todo o mundo conhecê-la como tal. Vinda de uma família pobre, e filha de mãe solteira, Marylin viveu num orfanato dos 9 aos 11 anos.

Marilyn Monroe personificou o glamour “hollywoodiano” com um brilho incomparável e uma energia que encantaram o mundo. Apesar da sua beleza deslumbrante, as curvas e lábios carnudos, Marilyn era mais do que um símbolo sexual na década de 50.

 A sua aparente vulnerabilidade e inocência, e a sua inata sensualidade, a tornaram querida em todo o mundo, fazendo com que ela dominasse a Era das grandes estrelas e, sem dúvidas, foi a mulher mais famosa do século 20.

Mesmo com dificuldades relativamente a ortografia, ela adorava ler e escrever, e por trás de tanta sensualidade, Marylin era uma mulher que amava letras.

Foi encontrada morta no seu quarto. Segurava o telefone, ao lado de um frasco de barbitúricos.

A hipótese do seu envolvimento amoroso com o presidente John Kennedy e com o seu irmão Robert ganhou força, quando encontraram sua casa vasculhada supostamente por agentes do FBI -, antes da chegada da polícia, no dia de sua morte.

A verdade é uma, inquestionável e inegavelmente, Marylin Monroe será “eterna” e fez história no mundo do cinema, e não só.

Elegante, e com uma marca de eleição o famoso batom vermelho, fez história no mundo da moda. E não apenas por causa do seu icónico vestido branco. O batom vermelho da diva do cinema é a tendência mais emblemática de todos os tempos, que fizeram com que ficasse conhecida no mundo todo como “ a loira fatal”.

Se ela estivesse viva, já estaria com 84 anos, e há quem diga que exibiria a jovialidade e sensualidade de sempre!

Para muitos, inclusive para mim, Marilyn Monroe sempre será sinónimo de criatividade, ousadia e muita beleza.

Ottoniela Bezerra